(...)

 

...aí, eu lembro de tudo que já aconteceu, lembro pelo que já passei e pelo que eu ainda passo por vezes. Imagino o mundo que criei como um refúgio nos momentos de dor. Mesmo que eu desperte do meu transe necessário e caia de cara na realidade, lembro que tenho uma câmera com a qual eu posso moldar o mundo em que vivo e transformá-lo nesse mundinho perfeito. Lembro também que tenho e sempre terei a música como companheira e que não importa o que eu faça ou diga, ela nunca me abandonará. E é no conforto desse mundo imaginário que tento sobreviver. É onde estou agora.



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A descoberta (II)

 

(...) nos olhos dele, ela encontrará algo que, até aquele momento, sequer imaginava estar procurando (...)



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Gosto de conversar com a Meg e com a Agata. Vivo pagando por minha indecisão, então decidi não decidir mais nada. Brinco de tirar fotos, mas minha câmera anda meio cansada, tadinha. Não como carne, não gosto de pensar que no meu prato tem pedaços de um bichinho que foi morto sem chances de defesa, deixando esposa e filhos ou, no caso das galinhas, marido e filhos.



Você jamais conseguirá entender uma música se não senti-la ao invés de simplesmente ouvi-la. Uma música de verdade não é feita apenas para os ouvidos, é feita para a alma.





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Rabiscos soltos



Tirinha da semana: Marcus Aurelius Antonius
Música: Alan Silvestri
Fotos no blogue: Jay
Textos: Jay







Brincando de tirar fotos




















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O que é isto?
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